Pouco tempo após ver seu domínio sendo vendido quando seus principais serviços saíram do ar, na semana passada, o Facebook resolveu tomar uma atitude contra outro tipo de venda ilegal envolvendo sua rede social: a negociação de pedaços de terra da Amazônia.

O anúncio feito pela empresa na última sexta (8) passa a proibir que vendedores ofertem lotes em reservas naturais e outros locais sob proteção ambiental em suas plataformas, incluindo a nossa Floresta Amazônica.

Amazônia no Facebook

A proibição nominal desse tipo de comércio – que também inclui animais selvagens ou produtos derivados deles, como couro – pela companhia de Mark Zuckerberg chega poucos meses após uma reportagem da BBC ter revelado a atividade na rede social.

Em fevereiro, a empresa disse que não iria abordar especificamente o assunto, uma vez que as regras de comercialização de seu Marketplace já deixava claro que vendedores e compradores deveriam seguir todas as leis de seus países.

Reprodução: Dave Hoefler on Unsplash

Algo parece ter mudado nesses últimos tempos, com a gigante da internet não só oficializando o banimento da comercialização de lotes protegidos como também colocando no ar um sistema que cruza as postagens e anúncios com um banco de dados externo para identificar possíveis violações da nova política da rede.

Segundo o comunicado, a monitoração e proibição desse tipo de atividade deve acontecer não só no Facebook, mas também no Instagram e no WhatsApp.

Fonte: The Verge

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