Imagem: Qualcomm

Na semana passada, em um evento realizado no Havaí, a Qualcomm anunciou suas principais novidades para o ano; entre elas, a nova geração Snapdragon 8 Gen 1 para smartphones, mas também chips para notebooks e até uma plataforma móvel de games em parceria com a Razer.

Durante o Tech Summit, o brasileiro Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, deu boas notícias para a indústria que sofre há mais de um ano com a escassez mundial de semicondutores. Segundo ele, o problema está “diminuindo” e a situação deve melhorar no próximo ano.

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm

Cristiano Amon, CEO da Qualcomm – Imagem: divulgação

Segundo Amon, a oferta já melhorou este ano em relação a 2020. E espera-se que a situação melhore ainda mais a partir de 2022.

Este ano, diversos fabricantes de smartphones não conseguiram adquirir processadores suficientes da Qualcomm, o que gerou impacto direto na produção anual de smartphones de diferentes marcas.

Opiniões além da Qualcomm

Enquanto o CEO da Qualcomm prevê melhorias para 2022, outras empresas – entre fabricantes de processadores e players da indústria – têm visões distintas sobre o futuro da produção de chips para os próximos anos.

Qualcomm

Imagem: Qualcomm

A consultoria em tecnologia Deloitte disse recentemente que a escassez mundial de chips para computadores, celulares e hardwares em geral irá permanecer durante o próximo ano, com previsão de durar até o início de 2023. Segundo o relatório, para o no início do ano que vem, estima-se ainda de 10 a 20 semanas para que diversos tipos de chips retornem ao mercado.

Por outro lado, pouco tempo atrás, Lisa Su, presidente e CEO da AMD, comentou que essas questões de estoque devem continuar pelo menos até o fim de 2021. Segundo ela, o primeiro trimestre de 2022 ainda será “provavelmente apertado” em questão de fornecimento, mas que a escassez de componentes deve ser menos severa no segundo semestre do ano.

Via: Thelec

Comentários

0

Please give us your valuable comment

O seu endereço de e-mail não será publicado.