Imagem: divulgação / 99

Em uma parceria com a montadora chinesa BYD, a 99 vai começar a usar um carro elétrico nas ruas de São Paulo. Este é o primeiro passo da empresa de transporte por aplicativo para incentivar a adoção de veículos elétricos em sua frota. Até o fim do ano, a 99 tem planos de alcançar a marca de 300 carros movidos a bateria em circulação na cidade.

Ainda em fase de testes, o veículo que vai ser usado em São Paulo é o D1 EV; segundo a fabricante, desenvolvido especialmente para motoristas de aplicativo. As portas deslizantes foram pensadas exatamente para facilitar o embarque e desembarque de passageiros.

carro elétrico D1 EV da BYD usado pela 99

Imagem: BYD

Com 130 cavalos de potência e autonomia de até 371 km com uma única carga do conjunto de baterias, o SUV de porte médio alcança velocidade máxima de 130 km/h. Além disso, está equipado com tecnologias de última geração, como recursos de assistência à direção, piloto automático adaptativo e frenagem de emergência.

carro elétrico D1 EV da BYD usado pela 99

Imagem: BYD

Segundo a 99, o modelo elétrico da BYD pode gerar uma economia de até 80% aos motoristas, incluindo combustível e manutenção.

carro elétrico D1 EV da BYD usado pela 99

Imagem: divulgação / 99

O carro elétrico da 99

A BYD é a maior fabricante de veículos elétricos do mundo em vendas. Na China, já possui mais de 1 milhão modelos híbridos e elétricos cadastrados na plataforma da Didi – empresa proprietária da 99.

“Queremos replicar isso no Brasil. A adoção maciça do carro elétrico na China passou pelo motorista de aplicativo e isso gerou uma demanda natural pela infraestrutura de suporte a esses veículos, como estações de recarga de bateria”, disse Thiago Hipólito, diretor de inovação da 99.

A 99 tem um compromisso público de ter 10 mil veículos elétricos na sua plataforma aqui no Brasil até 2025. Para acelerar esse processo, a empresa vai facilitar a implementação do modelo da BYD oferecendo o carro para aluguel pelos motoristas, já que o D1 EV custa caro por aqui: R$ 270 mil.

Via: Folha de S. Paulo

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