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A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, voltou atrás na decisão de permitir temporariamente mensagens que pedem pela morte de Putin ou do presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, em alguns países do leste europeu, de acordo com uma postagem interna no domingo (13) visto pela Reuters.

Violência restrita: Meta volta atrás sobre conteúdo contra chefes de estado russo no Facebook

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A decisão de restringir esse tipo de mensagem surgiu após a agência de notícias publicar informações de e-mails internos da companhia na quinta-feira (10), que justificava a mudança temporária nas políticas da rede social autorizando atos violentos contra os chefes de estado como “necessária para permitir que os usuários expressassem sua oposição ao ataque da Rússia”. Na sexta-feira (11), a Meta disse ainda que a mudança temporária na política de conteúdo era aplicável apenas à Ucrânia.

Neste mesmo dia, a Rússia respondeu a medida com um processo criminal contra a empresa de mídia social.

Apesar da restrição, a Meta manteve na mudança temporária, ao menos por enquanto, mensagens de elogios ao batalhão Azov, grupo neonazista e braço da Guarda Nacional Ucraniana, o que é proibido desde o início de 2019, de acordo com materiais sobre as mudanças reportadas pela primeira vez pelo The Intercept.

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