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Em mais uma tentativa de combater a desinformação nos canais de comunicação, como os aplicativos de mensagens instantâneas, o TSE enviou um novo ofício ao diretor-executivo do Telegram, Pavel Durov. A correspondência foi encaminhada nesta quarta-feira (9), e desta vez, ao escritório de advocacia que representa o aplicativo em território brasileiro, no Rio de Janeiro.

Para tentar combater desinformação, TSE insiste mais uma vez em convocação do Telegram

Imagem: Antonio Augusto/secom/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, pede no documento — enviado via e-mail e também pelos Correios — a colaboração do Telegram com o Programa Permanente de Enfrentamento à Desinformação, criado para mitigar os efeitos nocivos das notícias falsas em relação à imagem Justiça Eleitoral e à credibilidade das eleições brasileiras. Até então, 72 entidades fazem parte da iniciativa.

Além disso, o ministro propôs o diálogo a fim de adotar estratégias de cooperação conjunta no combate às fake news sobre o processo eleitoral brasileiro, preservando a integridade dos pleitos nacionais por meio da identificação e do tratamento a comportamentos inautênticos.

Na carta, Fachin também informou ao CEO do Telegram que o TSE firmou parcerias com diversas plataformas digitais para que a transgressão generalizada dos limites da liberdade de expressão não comprometa a “a eficácia do Estado de Direito”.

Urna eletrônica e lacre das urnas

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Várias tentativas, mas sem sucesso

Com o mesmo objetivo — debater formas de colaboração com o Telegram —, o ex-presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, encaminhou o primeiro ofício em 16 de dezembro de 2021 à sede da empresa nos Emirados Árabes, mas após quatro tentativas sem sucesso, a correspondência retornou ao Brasil.

 

Com informações do TSE

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