Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Disponibilizados pelo Banco Central (BC) no final de novembro do ano passado, os recursos Pix Saque e Pix Troco já foram utilizados em 71,7 mil transações. Dessas, a maior parte é referente ao Pix Saque, que responde por 70,1 mil do total; apenas 1,6 mil é referente ao Pix Troco.

Isso é o que mostra um levantamento divulgado pelo Banco Central. Ainda de acordo com a análise, o Pix Saque e o Pix Troco foram usados por mais de 43 mil pessoas em 3.339 municípios do País.

O Pix Saque permite aos consumidores realizarem saques em estabelecimentos comerciais como supermercados ou lojas, em uma alternativa aos tradicionais pontos de retirada de recursos, como caixa eletrônico e agências bancárias.

O serviço de retirada de dinheiro em espécie por meio do Pix está disponível em mais de 36 mil pontos de atendimento, incluindo correspondentes bancários, caixas eletrônicos compartilhados e estabelecimentos comerciais.

Já o Pix Troco é um processo similar e permite ao cliente receber em dinheiro a diferença entre o valor depositado ao local via Pix e o preço efetivamente cobrado por uma compra. Ou seja, o montante total pago pelo consumidor é acima, para que ele possa receber o troco em espécie.

Os dados são referentes aos primeiros dois meses de funcionamento do serviço e consideram as operações feitas até 31 de janeiro.

Cidades onde Pix Saque e Pix Troco foram mais usados

O levantamento do BC mostra, ainda, que a maior parte das operações de saque com Pix (73%) foi realizada em cidades do interior do Brasil, incluindo Caxias do Sul, Canoas, Viamão, Gravataí e São Leopoldo — todas no Rio Grande do Sul.

A cidade que teve mais transações do Pix Saque e do Pix Troco até 31 de janeiro, no entanto, é a capital gaúcha Porto Alegre, seguida por São Paulo (SP) e Florianópolis (SC). Abaixo, você pode ver o ranking com as 10 cidades que mais utilizaram os recursos.

Município Participação
Porto Alegre 9,1%
São Paulo 3,6%
Florianópolis 2,7%
Caxias do Sul 2,6%
Canoas 2,2%
Brasília 1,7%
Viamão 1,6%
Gravataí 1,4%
Rio de Janeiro 1,4%
São Leopoldo 1,1%
Fonte: Banco Central

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