Imagem: TecMasters

Achou que era apenas de streamings e games que é feita a redação do TecMasters? Achou certo! Mas, não pense que por isso também não conseguimos reservar aquele tempinho apertado na agenda para uma leitura aleatória (que recomendaríamos, ou não) a vocês.

Por isso mesmo, separamos uma lista com o que estamos lendo neste mês — seja para os fãs do cheiro de papel dos livros, seja para os que preferem as versões digitais, porque, afinal, e-readers estão ai para isso!

Mas, antes de partir para os títulos escolhidos pela equipe, já deu uma espiada nas nossas outras listas? Se não, segue os links:

Agora que vocês estão devidamente atualizados, aproveite o domingão para relaxar, encontrar um bom lugar para ler um livro e o pensamento lá em você e bora para a lista de leituras deste mês? Bora!

O que estamos lendo?

Homens Sem Mulheres, de Haruki Murakami
[O QUE ESTAMOS LENDO?] Murakami, Duna, Bridgertons: os livros de março Por: Marcelo Rodrigues
Em preparação para a temporada do Oscar 2022, resolvi ler o conto que inspirou um dos favoritos a levar a estatueta de Melhor Filme este ano: a produção japonesa Drive My Car. No caso do livro de Haruki Murakami, batizado de Homens Sem Mulheres, Drive My Car é apenas o primeiro de muitos contos abordando todos os conflitos, cumplicidades e complexidades do relacionamento entre homens e mulheres. Como é típico de Murakami, é fácil se identificar com o texto e algumas das situações apresentadas, mas detalhes únicos e uma pitada de surrealismo fazem com que você continue a se interessar por cenários e episódios que, de outra forma, seriam cotidianos.
Editora: Alfaguara (Grupo Cia. das Letras) | 240 páginas

Sangue, suor e pixels, de Jason Schreier
[O QUE ESTAMOS LENDO?] Murakami, Duna, Bridgertons: os livros de março Por: Marcelo Rodrigues
[Nota da editora: sim, amigos, vocês não estão vendo duplicado: o Marcelo realmente recomendou mais de um livro. Para quem já disse que joga mais de um MMOPRPG simultaneamente, o que é ler dois títulos no mesmo mês, não é mesmo? Decidimos aproveitar o fôlego dele para dar este bônus a vocês na nossa estreia!]

Minha vida mudou desde que descobri que sim, consigo ler mais de um livro ao mesmo tempo sem confundir fatos, personagens e histórias. Ainda bem, porque, junto do Murakami citado anteriormente, estou devorando um texto que é praticamente obrigatório para qualquer fã (ou curioso) sobre os bastidores da indústria dos games. A cada capítulo, o jornalista Jason Schreier revela os perrengues da produção de jogos em seus mais diversos estágios: da ideação ao desenvolvimento em si, até o lançamento e, em alguns casos, o longo caminho de reverter estreias trágicas.

Editora: HarperCollins | 304 páginas

Duna (livro 1), Franklin Herbert
[O QUE ESTAMOS LENDO?] Murakami, Duna, Bridgertons: os livros de março Por: Alvaro Scola
Desde quando assisti ao filme no ano passado — tanto o novo quanto o dos anos 80 —, eu fiquei bem interessado no universo de Duna, que era bem maior do que imaginava. Agora, enquanto a sequência ainda está longe de chegar ao cinema, ao menos sei como está sendo a saga de Paul Atreides.
Editora: Aleph | 680 páginas

A morte é um dia que vale a pena viver, de Ana Claudia Quintana Arantes
[O QUE ESTAMOS LENDO?] Murakami, Duna, Bridgertons: os livros de março Por: Renata Aquino
Pensar sobre o luto não é fácil. É ainda mais difícil pensar sobre isso depois da pandemia, já que esse estado de espírito passou a fazer parte constante do nosso dia a dia. É impossível estar preparado para perder alguém que amamos, mas podemos refletir melhor sobre o que é de fato a morte, sobre não vivermos tão preocupados com o tempo, mas aprender a aproveitar ao máximo a vida.

Este livro traz um pouco disto: baseado na palestra realizada há alguns anos pela médica Ana Claudia Quintana Arantes em um TEDx (que aliás, vou deixar aqui embaixo, porque vale a pena assistir), a narrativa traz essa nova maneira de encarar a vida e também de lidar com a partida de pessoas especiais de uma forma menos dolorosa.

Editora: Sextante | 192 páginas

Eterna Vigilância, de Edward Snowden
Liliane Nakagawa Por: Liliane Nakagawa
Minha primeira contribuição ao “o que estamos jogando/assistindo/lendo” é mais uma recomendação que propriamente o que estou lendo no momento. Afinal, quando falamos de nós mesmos, o passado é um tempo mais que relevante — é a nossa própria essência. E para compreender parte de muitas coisas que acontecem no mundo, ‘Eterna Vigilância’ (‘Permanent Record’ no original), de Edward J. Snowden, um dos mais famosos whistleblowers desta geração (e provavelmente o mais consequente), cai como uma luva. Há anos, a tecnologia deixou de ser algo isolado — e para quem acha que ela é apenas tecnologia sem relação com a política, deve rever os conceitos — para ocupar o protagonismo em muitas questões que movem o mundo.

Ao longo de 286 páginas, o ex-agente da CIA detalha o que foi considerado um dos maiores vazamentos de dados de inteligência da história. A primeira obra do pródigo americano nascido no estado da Carolina do Norte não só nos conta detalhes de como o governo dos Estados Unidos vigiava todos os cidadãos do mundo, mas nos revela muito sobre o autor — da sua consciência à corajosa atitude de ‘jogar no ventilador’ tudo o que ajudou a construir, o que tornaria mais tarde o maior sistema de vigilância do mundo.

‘Eterna Vigilância’ é uma obra obrigatória, de fato, uma das minhas melhores leituras de 2021. Além de prender o leitor, não se identificar com Snowden (e admirá-lo) é algo impossível, ainda mais se você é daqueles que, como eu, desde sempre foi nerd com a companhia absoluta dos videogames. Com certeza é uma leitura que não pode ficar de fora da TBR.

Editora: Planeta | 286 páginas

O Duque e Eu — Os Bridgertons (livro 1), de Julia Quinn
Tissiane Vicentin Por: Tissiane Vicentin
Eu sou do time que, em geral, lê primeiro o livro e depois assiste à adaptação no cinema ou televisão. Mas, desta vez, fiz o caminho inverso: comecei a assistir Bridgerton como quem não queria nada durante o ápice da pandemia (bem naquele “Surpreenda-me”, da Netflix, sabe?) e curti por ser uma produção bem leve (e também da deusa Shonda Rhimes, né, gente?) Só depois fui pesquisar mais sobre e descobri que tem uma coleção de livros e cá estou, agora, correndo atrás da leitura para poder saber mais sobre as tramas por trás da família real — e das fofocas da Lady Whistledown.
Editora: Arqueiro | 406 páginas

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