Imagem: Andy Wang/Unsplash

Em meio a uma onda de atividades trabalhistas em grandes empresas de tecnologia norte-americanas tradicionalmente não sindicalizadas, um grupo de funcionários da loja da Apple em Maryland começaram a formar um sindicato nesta terça-feira (3), segundo informações do Washington Post. É a terceira loja da fabricante de iPhones a organizar uma campanha sindical.

Loja da Apple em Maryland é a terceira a lançar campanha sindical

Apple Towson Town Center, em Maryland. Imagem: reprodução/Apple

Os organizadores da loja Towson Mall próximo de Baltimore disseram ter assinaturas de mais de 65% dos funcionários possivelmente elegíveis, de acordo com a publicação. Nos próximos dias, o sindicato deve registrar o documento no Conselho Nacional de Relações Trabalhistas.

Eles reivindicam direitos sobre segurança do coronavírus, programação, pagamento e outros tópicos.

Maryland é a terceira loja a lançar campanha sindical

O movimento trabalhista na Apple não é o primeiro. Desde o início do ano, várias lojas da Apple nos Estados Unidos tentam se organizar. Em Nova York, o Grand Central Terminal recolheu assinaturas, enquanto no mês passado, funcionários de uma loja em Atlanta apresentaram uma petição para realizar uma eleição sindical, objetivando tornar-se a primeira loja americana da empresa a se sindicalizar.

Enquanto isso, na segunda-feira (2), uma contagem de votos mostrou a maioria dos trabalhadores da Amazon contra a sindicalização de um segundo depósito em Nova York — uma derrota para os organizadores trabalhistas que garantiram até algumas semanas atrás a primeira vitória dos EUA dentro da gigante do varejo.

Loja da Apple em Maryland é a terceira a lançar campanha sindical

Imagem: Luigi Morris/Shutterstock.com

Apple informa faturamento recorde

Na semana passada, a empresa baseada em Cupertino informou um faturamento recorde no segundo trimestre fiscal: US$ 97,3 bilhões. O número é 9% acima do mesmo período de 2021 e quase o dobro se comparado há cinco anos. O valor total de mercado da companhia atinge a marca superior a US$ 2,5 trilhões.

 

Com informações de Reuters e The Washington Post

 

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