Apesar dos longos adiamentos e das incertezas em torno do evento, dá para dizer que os Jogos Olímpicos de Tóquio foram um sucesso. Agora, meses após o término da competição esportiva, descobriu-se que a Olimpíada deste ano também enfrentou outros desafios, só que digitais: mais de 450 milhões de ciberataques.

Quem fala sobre o assunto é a NTT Corporation, empresa de segurança digital contratada pelos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020 para proteger a infraestrutura do festival esportivo que, a cada 4 anos, mobiliza atletas e públicos de todo o mundo.

A segurança dos Jogos Olímpicos

De acordo com a companhia, cerca de 200 profissionais de segurança cibernética trabalharam duro para evitar que hackers pudessem estragar a festa, prejudicar disputas ou interceptar dados das milhares de pessoas envolvidas com o evento.

Não foi nada fácil. Afinal, quase meio bilhão de ataques foram feitos contra a Olimpíada realizada este ano, distribuídos entres redes de malware, disparos de emails, tentativas de phishing, ameaças de DDoS e ransomware, e, claro, golpes diretos contra a infraestrutura.

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Reprodução: Nicolas Hoizey on Unsplash

O fato de toda a transmissão das competições e transferência de dados ter sido feita na recém-lançada rede 5G japonesa também abriu portas e vulnerabilidades para possíveis agentes mal-intencionados, elevando o nível de alerta do time de cibersegurança.

Felizmente, nenhum ataque grave passou pela linha de defesa da NTT e da Olimpíada. Segundo a empresa, um departamento de inteligência e monitoramento de ameaças, treinamento de qualidade para funcionários, adoção de soluções seguras e colaboração intensa com os provedores de tecnologia garantiram o desfecho favorável.

Fonte: TechRadar

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