Com o início do Mobile World Congress, a maior feira de celulares e telefonia do mundo, as notícias sobre o setor não param de surgir. A mais recente delas indica que o mundo pode chegar próximo de 2 bilhões de conexões 5G dentro dos próximos quatro anos.

A informação vem de uma previsão de mercado feita pela GSMA, indicando que 1,8 bilhão de aparelhos podem estar ligados à nova tecnologia mobile até 2025 – cerca de 21% de todos os dispositivos em atividade hoje ao redor do globo.

5G para (quase) todos

No relatório divulgado pela associação durante o MWC 2021, em Barcelona, fica claro que algumas regiões devem contribuir mais do que outras nesse avanço da adoção do 5G, em especial América do Norte, Ásia e Oceania.

Até 2025, por exemplo, Austrália, Coreia do Sul, Japão e Singapura devem ter 53% de suas conexões mobile já no novo espectro. Entre EUA e Canadá, a expectativa é termos um nível de adoção semelhante, na faixa dos 51% – ou 219 milhões de aparelhos.

Como não poderia deixar de ser, é a China quem deve se destacar e ostentar pouco menos da metade de todas as conexões 5G até o período estimado: algo em torno de 828 milhões de smartphones transmitindo e recebendo informações em altíssima velocidade.

Desafios à frente

Habilitar esse nível de adoção da tecnologia ou mesmo expandir a base mobile instalada é um desafio de todo o setor.

Estima-se que hoje haja 5,2 bilhões de usuários únicos de dispositivos mobile, um número que não se altera desde 2019, mostrando uma possível saturação do mercado. Até 2025, a ideia é que esse volume suba para algo em torno de 5,7 bilhões.

Para acelerar esse cenário e a adoção do 5G, a GSMA pede que governos reavaliem suas políticas de disponibilidade de oferta de frequência para a tecnologia, incentivando o investimento e a inovação no segmento.

Fonte: Mobile World Live

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